Lamento como nunca o dia em que te deixei partir!
Sentindo-me impotente para te voltar a ver vou-me resguardando nessa impossibilidade, comprovada pela dificuldade de te contactar.
Pura mentira!?
Se calhar, no final, provavelmente, tenho medo te encarar, de te voltar a ver, de olhar para os teus olhos que me ficaram na memória.
Fico na dúvida, se me queres ainda, se me desejas olhar, cheirar, sentir, partilhar momentos e emoções!
Voltas-me à memória muitas vezes!
Sim!
Mais do que aquelas que desejaria, pois torna-se difícil para mim ter-te perdido, deixado, no fundo, abandonado!
Espero que me perdoes, pois também no fundo fi-lo pensando que seria o melhor para ti, que irias, apesar de sentir a minha falta, ter uma vida melhor, mais enriquecedora!
Este pensamento acompanha-me muitas vezes, mais do que as desejava.
Fico na dúvida se ele me vem à memória pela falta que sinto de ti, se pelos ataques da minha consciência, se pelos apelos de ajuda que me envias, mesmo que somente na minha imaginação.
Não sei o que fazer!
Penso que o melhor é voltar a tentar ver-te e perceber se ainda precisas de mim ou se, pelo contrário, estas a viver a vida que afinal mereces!
Sentindo-me impotente para te voltar a ver vou-me resguardando nessa impossibilidade, comprovada pela dificuldade de te contactar.
Pura mentira!?
Se calhar, no final, provavelmente, tenho medo te encarar, de te voltar a ver, de olhar para os teus olhos que me ficaram na memória.
Fico na dúvida, se me queres ainda, se me desejas olhar, cheirar, sentir, partilhar momentos e emoções!
Voltas-me à memória muitas vezes!
Sim!
Mais do que aquelas que desejaria, pois torna-se difícil para mim ter-te perdido, deixado, no fundo, abandonado!
Espero que me perdoes, pois também no fundo fi-lo pensando que seria o melhor para ti, que irias, apesar de sentir a minha falta, ter uma vida melhor, mais enriquecedora!
Este pensamento acompanha-me muitas vezes, mais do que as desejava.
Fico na dúvida se ele me vem à memória pela falta que sinto de ti, se pelos ataques da minha consciência, se pelos apelos de ajuda que me envias, mesmo que somente na minha imaginação.
Não sei o que fazer!
Penso que o melhor é voltar a tentar ver-te e perceber se ainda precisas de mim ou se, pelo contrário, estas a viver a vida que afinal mereces!



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